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domingo, 1 de maio de 2011

em plena tridimensionalidade

Aqui estão elas, finalmente, as figuras humanas na sua plena tridimensionalidade.
Na subtileza de um movimento imperceptível...







No entrelaçamento de uma identidade perscrutável...




Na ingenuidade de uma melodia ainda infantil...




Na arrebatadora dinâmica da exibição...






Na densidade telúrica da fertilidade...





Na inevitabilidade de um pas de deux de uma bailarina...





Na fragilidade do corpo em luta pela vida...





Na elegância da maturidade musical...





No pungente equilíbrio entre a feminilidade e o esforço...






Na inexorável impossibilidade do renascimento de Vénus...






Na frugalidade da perfeição anatómica da masculinidade...






Na inevitabilidade da passagem pela infância da corporeidade...




Na expressividade extrema da procura da existência...



Ou ainda na dolorosa impossibilidade da existência.